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Jornalista condenado em Rondônia pelo crime de estupro de vulnerável é preso em fazenda no Pará

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Foto: Reprodução

O jornalista Alessandro Ferreira Guimarães Lopes, de 46 anos, foi preso na quinta-feira (20), em uma fazenda localizada em Santana do Araguaia, no sul do Pará. Contra ele havia um mandado de prisão definitiva expedido pela Justiça de Rondônia para cumprimento de pena de 9 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo crime de estupro de vulnerável.

Segundo as informações divulgadas, Alessandro era considerado foragido da Justiça rondoniense. A ordem judicial havia sido expedida no mês anterior, período em que ele ainda residia em Palmas, no Tocantins, e já constava no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça.

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A prisão ocorreu durante a operação “Ponto Crítico”, em uma ação integrada que reuniu a Superintendência Regional do Araguaia Paraense, o Núcleo de Apoio à Investigação do Sul do Pará e a Polícia Civil do Tocantins, conforme informado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará.

O mandado definitivo foi expedido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia. A condenação está relacionada ao artigo 217-A do Código Penal, que trata do estupro de vulnerável. Conforme as informações publicadas sobre a decisão, a sentença considerou o relato da vítima, depoimentos de testemunhas e outros elementos reunidos durante a instrução do processo.

A decisão judicial também registrou inconsistências na versão apresentada pela defesa durante o processo. Outro ponto mencionado nas informações divulgadas é que Alessandro possui outras duas condenações definitivas por crimes da mesma natureza, o que totalizaria três condenações.

Antes da prisão, o jornalista havia divulgado uma manifestação pública negando ter cometido o crime. Na ocasião, alegou inocência e afirmou que não estaria foragido, sustentando que permanecia em Goiás para tratamento médico após um acidente.

Com o cumprimento da ordem judicial, ele permaneceu à disposição da Justiça no Pará após a realização dos procedimentos legais. A Secretaria de Segurança Pública do Tocantins informou que não estava prevista sua transferência para aquele estado, uma vez que a condenação foi proferida pela Justiça de Rondônia.

A Gazeta Carajás também noticiou nesta sexta-feira (21) que a defesa do jornalista foi procurada para comentar a prisão e as condenações, mas não havia se manifestado até a última atualização da publicação.

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