Mais três são presos por morte de rondoniense espancado durante festa no Ceará

Redação Rondônia Direto
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Foto: Divulgação RD Rondônia Direto

Mais três pessoas foram presas preventivamente no Ceará durante a investigação da morte do rondoniense Herbert Douglas Oliveira da Silva, de 23 anos, conhecido como Chico, que morreu após ser espancado durante a ExpoIguatu, em Iguatu. Com as novas prisões, quatro investigados estão presos por suspeita de envolvimento no homicídio.

As prisões mais recentes ocorreram na quinta-feira (25), 19 dias após a morte do jovem. Foram presos Adrio G. F. de S., de 20 anos, Daniel B. da S., de 19 anos, e Thiago de S. M., de 26 anos. Os três são investigados por homicídio qualificado.

Segundo as informações divulgadas, Herbert foi agredido durante uma confusão no Parque de Exposições Enéas Bandeira Filho, onde acontecia a ExpoIguatu. Vídeos gravados durante o evento registraram várias pessoas participando das agressões.

Herbert foi levado ao hospital, mas não resistiu

Após as agressões, Herbert chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Iguatu, mas morreu em consequência dos ferimentos.

A Polícia Civil do Ceará continua investigando a participação de cada suspeito no episódio. Os três homens presos na quinta-feira tiveram as prisões preventivas decretadas e foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Iguatu.

Uma reportagem publicada anteriormente sobre o caso informou que Herbert havia saído de Guajará-Mirim (RO) e estava no Ceará havia cerca de três meses. Ele havia viajado inicialmente para visitar parentes e depois permaneceu em Iguatu, onde passou a morar na casa de uma tia.

Rondoniense era sargento do Exército

Herbert tinha 23 anos e era sargento do Exército Brasileiro. A mãe dele é cearense e mora em Rondônia.

Conhecido como Chico, o jovem pretendia estudar para prestar concurso para a Polícia Militar, conforme informações divulgadas após sua morte.

As investigações permanecem sob responsabilidade da Polícia Civil do Ceará. As prisões são cautelares e os investigados permanecem sujeitos à apuração e ao processo judicial, sem que a medida represente condenação definitiva.

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