Pente-Fino do Ministério Público derruba sete comissionados na câmara de Rolim de Moura

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Foto: Reprodução

A mesa diretora do legislativo rolimourense precisou ceder a uma forte intervenção externa para enxugar a máquina pública nesta semana. Pressionado por uma notificação rigorosa do Ministério Público do Estado de Rondônia, o presidente Ivan Ferreira de Vasconcelos assinou na quinta-feira (30) a dispensa compulsória de sete ocupantes de cargos de confiança. A medida de esvaziamento expõe a necessidade de cobrança dos órgãos fiscalizadores para adequar a folha de pagamento municipal à legislação.

As portarias publicadas no Diário Oficial dos Municípios detalham o impacto do corte na estrutura de apadrinhamento político local. A lista oficial de baixas retirou dos cargos Isabela, da Procuradoria da Mulher, Livia, assessora técnica da Ouvidoria, e Lucas, assessor parlamentar. O escalão de cúpula também sofreu desfalques diretos com a remoção do assessor especial da presidência e ex-vereador Marcelo Belgamazzi.

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Os departamentos operacionais e técnicos sentiram o choque imediato da readequação. Perderam seus postos o diretor de manutenção predial Wéliton, o supervisor de transportes Leonardo e o supervisor de áudio visual e informática, Oslei.

Embora o pacote documentado feche o ciclo desses sete desligamentos nominais, a transição administrativa expõe brechas no planejamento da Casa de Leis. Um outro servidor, integrante da equipe do setor audiovisual, foi poupado do corte imediato. Este profissional remanescente não teve a quebra de vínculo assinada e continuará em atividade provisória ao longo dos próximos dias de forma exclusiva para treinar o novo operador. Essa extensão pontual serve apenas para tapar uma lacuna técnica e impedir que as transmissões plenárias sofram um apagão repentino durante a troca das cadeiras.

O avanço da promotoria sobre os gastos do legislativo estabelece uma barreira contra o inchaço da máquina administrativa. A gestão municipal agora opera sob vigilância redobrada, precisando justificar qualquer futura contratação e garantir que as nomeações obedeçam rigorosamente aos princípios da moralidade e eficiência.

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