O operador de máquinas Marcos Santos Costa, que trabalha em Alto Paraíso (RO), foi absolvido pela Justiça de Rondônia da acusação de estupro de vulnerável apresentada contra ele em 2023. A sentença foi proferida pela juíza Rosiane Pereira de Souza Freire, que julgou a denúncia improcedente por insuficiência de provas.
Marcos chegou a ter a prisão preventiva decretada durante o andamento do caso. Segundo as informações apresentadas sobre o processo, a medida teve como fundamento inicial depoimentos colhidos durante a investigação.
A defesa, conduzida pela advogada Marinalva de Paulo, contestou a acusação e apresentou elementos que, segundo sustentou nos autos, não confirmavam a ocorrência do abuso. Posteriormente, conseguiu a revogação da prisão preventiva.
Exames não confirmaram abuso
Entre os elementos considerados no caso estava o exame realizado pelo Instituto Médico Legal (IML). Conforme as informações disponibilizadas, o procedimento não constatou conjunção carnal.
As supostas vítimas também foram submetidas a avaliações com profissionais de psicologia forense. De acordo com o material apresentado sobre o processo, essas avaliações não apontaram elementos suficientes para confirmar a ocorrência do abuso atribuído ao acusado.
Esses dados foram analisados juntamente com os demais elementos reunidos durante a investigação e a ação penal.
Marcos sustentou sua inocência desde o início do caso.
Justiça julgou denúncia improcedente
Após aproximadamente três anos desde a acusação, a juíza Rosiane Pereira de Souza Freire decidiu pela absolvição de Marcos por insuficiência de provas.
A decisão encerra esta etapa do processo sem uma condenação criminal contra o operador de máquinas.
O caso também teve repercussão pública desde a apresentação da denúncia, com a divulgação da acusação por veículos de comunicação. Segundo o relato apresentado, Marcos afirma que a exposição provocou consequências para sua imagem e reputação.



