Uma operação conjunta das forças de segurança encontrou aproximadamente 250 quilos de uma substância com características semelhantes a skunk nesta terça-feira (25), em São Francisco do Guaporé, Rondônia. O material estava acondicionado em diversos pacotes abandonados às margens de um curso d’água, nas proximidades do Parque de Exposições do município, segundo a Polícia Civil.
A ação reuniu equipes da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO2), da Polícia Civil de Rondônia, da 3ª Companhia do 11º Batalhão da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
As diligências começaram depois que as forças de segurança receberam informações sobre a existência de vários pacotes de cor azul deixados na região.
Ao chegarem ao local indicado, os policiais localizaram diversos invólucros. Conforme a Polícia Civil, o conteúdo apresentava características visuais e odor semelhantes aos da substância conhecida como skunk.
O material recolhido totalizou aproximadamente 250 quilos e foi encaminhado para os procedimentos legais. Exames periciais deverão determinar oficialmente a composição da substância encontrada.
A procedência da carga e o local para o qual ela seria levada ainda são investigados. Até o momento, as informações divulgadas não apontam quem teria deixado os pacotes na área nem mencionam prisões relacionadas diretamente à apreensão.
Os investigadores também trabalham para identificar os responsáveis pelo armazenamento e transporte do material.
A operação faz parte de ações integradas de enfrentamento às organizações criminosas desenvolvidas no âmbito da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento às Organizações Criminosas (RENORCRIM) e do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (ENFOC), incluindo o ciclo RECUPERA e a iniciativa Brasil Contra o Crime Organizado.
Segundo a Polícia Civil, essas estratégias buscam ampliar a integração entre os órgãos de segurança no combate ao tráfico de drogas e na identificação e descapitalização de grupos criminosos.
As investigações continuam para esclarecer a origem, o destino e quem seria responsável pela carga encontrada em São Francisco do Guaporé.





