Um verdadeiro terremoto político sacudiu as estruturas do parlamento em Rolim de Moura. O Ministério Público do Estado de Rondônia interveio de forma cirúrgica e expediu uma determinação impositiva que obriga a Casa de Leis a cortar, de forma drástica, sete servidores indicados politicamente. A descoberta de um inchaço ilegal na máquina pública da Zona da Mata não deu margem para negociações, gerando pânico nos corredores do poder municipal.
A reportagem do Rondônia Direto apurou que o impacto da canetada ministerial dividiu o organograma da instituição. Seis assessores de confiança cairão ao final deste mês de julho. Apenas um dos alvos da lista — lotado estrategicamente no setor de audiovisual — ganhou uma sobrevida temporária. Ele permanecerá operando os equipamentos, prazo estrito para treinar um funcionário concursado que assumirá a função de forma definitiva.
A medida imposta pelos promotores de Justiça representa um duro golpe nas articulações políticas locais e foca no enxugamento imediato dos gastos públicos. Com sete salários a menos pesando no orçamento da repartição, a folha de pagamento de Rolim de Moura sofrerá uma redução drástica nas próximas semanas. A presidência corre contra o tempo para cumprir o prazo legal e evitar que a omissão resulte em processos por improbidade administrativa ou sanções financeiras ainda mais severas.
Até o momento a assessoria da câmara não se pronunciou sobre o caso, o espaço segue aberto!





